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Cirurgia do Estrabismo

Cirurgia do Estrabismo

estrabismopreposEstrabismos são desalinhamentos oculares que podem se apresentar de diversas formas. Nem todos os estrabismos são perceptíveis e alguns se manifestam de maneira intermitente. Existe também os desvios latentes,isto é,só aparecem em situações específicas ligadas á fadiga ou stress.

De maneira geral os estrabismos são causados por disfunção da musculatura extra-ocular de origem congênita ou adquirida.,

Classificam-se como verticais e horizontais  e estes são divididos em convergentes e divergentes de acordo com a direção do desvio ocular. Oestrabismo apresenta uma prevalência na população mundial entre 2 e 4%, e representa umas das enfermidades oftalmológicas que determinam importante impacto na qualidade de vida dos pacientes acometidos.

Para que o desenvolvimento visual ocorra normalmente, é necessário que o cérebro receba sinais provenientes de imagens retinianas simultaneamente dos dois olhos. A ocorrência de estrabismo durante o período crítico de desenvolvimento das funções visuais, quando não tratada precocemente, envolve supressão do olho acometido, provocando baixa da acuidade visual por estímulo inadequado à retina. Este fenômeno é caracterizado como ambliopia.

Estrabismos que se manifestam após o desenvolvimento da maturidade visual, o que ocorre aproximadamente aos sete anos de idade, podem ser de natureza idiopática ou secundária a doenças, tais como afecções neurológicas, orbitopatia de Graves, fraturas e tumores orbitais. A manifestação tardia do estrabismo também pode decorrer da descompensação de um desequilíbrio da musculatura extra-ocular previamente leve e assintomático. A maioria destes pacientes apresenta como principal manifestação clínica a diplopia, sintoma incômodo que os leva a buscar ajuda profissional.

O tratamento do estrabismo visa à correção do desalinhamento ocular e à promoção da visão binocular, além de permitir a centralização e a expansão do campo visual, o restabelecimento da acuidade estereoscópica, a eliminação da diplopia e a melhoria da motilidade ocular e da aparência estética do paciente. Entretanto, os objetivos do tratamento variam de acordo com a idade do paciente e com o tipo deestrabismo. O manejo desta enfermidade pode ser conservador ou cirúrgico. Medidas não-cirúrgicas envolvem a correção de erros refrativos, exercícios ortópticos e denervação dos músculos extra-oculares através da aplicação de toxina botulínica. Cabe aqui dar ênfase ao tratamento da baixa visão (ambliopia) em crianças na fase crítica do desenvolvimento neuro oftalmológico,ou seja antes dos 6 a 7 anos de idade. Principalmente nesta faixa etária é que conseguimos reverter a baixa visão com a terapia de oclusão ocular.

As indicações para a cirurgia do estrabismo variam de acordo com a idade e com as necessidades do paciente. Compõem indicações primárias a presença de diplopia persistente, binocularidade reduzida ou ameaçada,
posição anormal da cabeça (torcicolo) secundária ao desalinhamento ocular, diminuição do campo visual
secundária ao estrabismo e estética pobre devido ao desalinhamento ocular.

As indicações para a cirurgia do estrabismo variam de acordo com a idade e com as necessidades do paciente. Compõem indicações primárias a presença de diplopia persistente, binocularidade reduzida ou ameaçada,

posição anormal da cabeça (torcicolo) secundária ao desalinhamento ocular, diminuição do campo visual
secundária ao estrabismo e estética pobre devido ao desalinhamento ocular.

A correção cirúrgica do estrabismo envolve diversas técnicas de abordagem. Os procedimentos cirúrgicos são realizados de maneira ambulatorial com anestesia geral em crianças ou com anestesia local em adultos.Na maioria dos casos das cirurgias em crianças não é necessário oclusão dos olhos no pós operatório.O resultado se observa tão logo o paciente se recupere da anestesia ,podendo se estabilizar para sempre ou apresentar algum pequeno desvio residual com o decorrer do tempo.É sabido que em uma minoria de casos necessita-se  de um retoque cirúrgico para um perfeito alinhamento que pode ser realizado até mesmo anos após o primeiro procedimento.

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